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Mais um dia de conflitos. O Exército de Israel fez um ataque triplo ao Irã: bombardeou o gabinete presidencial, a sede do Conselho de Segurança e o prédio da Assembleia dos Aiatolás — onde acontecia a votação para decidir quem seria o próximo líder supremo do país. | ||
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Ao mesmo tempo, Israel bombardeou a cidade de Beirute, no Líbano, em uma ofensiva ao Hezbollah — grupo terrorista apoiado e financiado pelo Irã. A ideia de Israel parece ser neutralizar não só o Irã em si, como seus aliados da região. | ||
A reação: O Irã não recuou e lançou ofensivas contra o gabinete de Netanyahu e bases militares dos EUA pelo Oriente Médio. O número oficial de mortos no país já subiu para 787 pessoas. | ||
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Enquanto isso, Trump voltou aos microfones afirmando que já é “tarde demais” para o Irã negociar, e que Teerã perdeu a janela de oportunidade para um acordo. O grande objetivo dele, agora, parece ser impedir uma reorganização do próprio regime no país. | ||
E o Velho Continente nisso tudo? | ||
Se a Europa estava no canto dela, agora, ela começou a entrar no tabuleiro. O governo do Irã prometeu atacar qualquer nação europeia que decida se juntar formalmente à guerra ao lado dos EUA e Israel. Com a ameaça na mesa, as reações começaram… | ||
fonte: The News |

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